
Olá denovo galera,
Graças a alguns comentários que vieram a me dirigir sobre um trecho do meu último post, eu resolvi falar sobre as diferenças.
Vou partir então, do trecho em questão, quando escrevi: "Se quiser, ria, ria de você, dos outros, não há problema nisso, diferenças são engraçadas também, além de cativantes e surpreendentes".
Escrevi isso, partindo daqueles comentários e críticas (do tipo: "credo, não fala isso. rsrsrs" ou "deixa ele(a). hehe") hipócritas de quando se rir de alguém, por achar aquela pessoa ou alguma ação dela; cafona, estranha ou de alguma forma, cômica. Acredito que rir das diferenças dos outros não seja algo puramente perjorativo, mas sim, quem sabe, até saudável.
Obviamente, que fique bem claro, que não generalizo as diferenças. Há coisas onde é possível achar graça, outras, de fato, não. Digo isso, pois infelizmente existem aquelas "criaturas" capazes de fazerem "gracinhas", de tal forma, que o indivíduo alvo dos risos irá vir se sentir mal.
Alguns de vocês podem estar discordando de mim, e se perguntado: "e no caso de diferenças raciais ou de deficiências, achas engraçado rir dos outros mesmo assim?".
A minha resposta é bem simples: - Neste caso, o problema não esta na possível "diferença", mas sim, na interpretação da palavra rir.
Eu sou negro, amo minha raça, minha cor. Sim, já sofri preconceitos; mas também, esta minha "diferença" (se é que se pode chamar assim), já me rendeu várias gargalhadas junto a amigos, e da mesma forma eu já ri de amigos braquelos, japoneses, ruivos e até dos de cabelos verdes. Tenho conhecidos cegos, anões, deficientes; onde os próprios fazem piadas (saudáveis) sobre suas diferenças, e sorriem assim, sem se sentirem inferiores por isso.
E sabe por que isso acontece? - Muito simples, graças ao Respeito.
Chegamos a chave da questão, o Respeito, a linha que divide o preconceito, a humilhação; do riso. Riso este, da felicidade, da alegria, e principalmente, da aceitação e do respeito às diferenças prórpias e alheias. E por incrivel que pareça, o que eu percebo, é que o mais dificil de se alcançar, é o respeito próprio; aquele que você bate no peito e diz: "eu sou assim, me aceito assim e sou feliz desse jeito". Pois só alguém que não consegue ser feliz do jeito que é, se da o trabalho de tratar as diferenças dos outros de um modo perjorativo, sem observar, que assim como as suas, as diferenças alheias são fascinantes e encatadoras. Podem até não ser para você, mas pode ter certeza, pra alguém são. E mesmo assim, se as diferenças em questão não lhe interessam, só cabe a você respeitar, e, (na minha opinião), lamentar, por deixar de conhecer mais um universo encatador que cada ser humano representa.
Então Sorria, sorria bastante, conheça, se encante e viva, viva as diferenças!
Graças a alguns comentários que vieram a me dirigir sobre um trecho do meu último post, eu resolvi falar sobre as diferenças.
Vou partir então, do trecho em questão, quando escrevi: "Se quiser, ria, ria de você, dos outros, não há problema nisso, diferenças são engraçadas também, além de cativantes e surpreendentes".
Escrevi isso, partindo daqueles comentários e críticas (do tipo: "credo, não fala isso. rsrsrs" ou "deixa ele(a). hehe") hipócritas de quando se rir de alguém, por achar aquela pessoa ou alguma ação dela; cafona, estranha ou de alguma forma, cômica. Acredito que rir das diferenças dos outros não seja algo puramente perjorativo, mas sim, quem sabe, até saudável.
Obviamente, que fique bem claro, que não generalizo as diferenças. Há coisas onde é possível achar graça, outras, de fato, não. Digo isso, pois infelizmente existem aquelas "criaturas" capazes de fazerem "gracinhas", de tal forma, que o indivíduo alvo dos risos irá vir se sentir mal.
Alguns de vocês podem estar discordando de mim, e se perguntado: "e no caso de diferenças raciais ou de deficiências, achas engraçado rir dos outros mesmo assim?".
A minha resposta é bem simples: - Neste caso, o problema não esta na possível "diferença", mas sim, na interpretação da palavra rir.
Eu sou negro, amo minha raça, minha cor. Sim, já sofri preconceitos; mas também, esta minha "diferença" (se é que se pode chamar assim), já me rendeu várias gargalhadas junto a amigos, e da mesma forma eu já ri de amigos braquelos, japoneses, ruivos e até dos de cabelos verdes. Tenho conhecidos cegos, anões, deficientes; onde os próprios fazem piadas (saudáveis) sobre suas diferenças, e sorriem assim, sem se sentirem inferiores por isso.
E sabe por que isso acontece? - Muito simples, graças ao Respeito.
Chegamos a chave da questão, o Respeito, a linha que divide o preconceito, a humilhação; do riso. Riso este, da felicidade, da alegria, e principalmente, da aceitação e do respeito às diferenças prórpias e alheias. E por incrivel que pareça, o que eu percebo, é que o mais dificil de se alcançar, é o respeito próprio; aquele que você bate no peito e diz: "eu sou assim, me aceito assim e sou feliz desse jeito". Pois só alguém que não consegue ser feliz do jeito que é, se da o trabalho de tratar as diferenças dos outros de um modo perjorativo, sem observar, que assim como as suas, as diferenças alheias são fascinantes e encatadoras. Podem até não ser para você, mas pode ter certeza, pra alguém são. E mesmo assim, se as diferenças em questão não lhe interessam, só cabe a você respeitar, e, (na minha opinião), lamentar, por deixar de conhecer mais um universo encatador que cada ser humano representa.
Então Sorria, sorria bastante, conheça, se encante e viva, viva as diferenças!
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